A quarta edição do Contracorrente saiu em agosto de 1986, o mês mais esperado do ano – na programação de aniversário de Brusque estava o aguardadíssimo show do Cólera – e também do Beijo AA Força, Grifo e Bandeira Federal. As oito páginas do jornal foram monopolizadas pela expectativa do show, com entrevistas e textos sobre todas as bandas que participariam do show. A cobertura do evento, em si, ficou para a edição seguinte.
A partir deste número (e até o nº 18), o Contra foi impresso na gráfica do jornal A Notícia, em Joinville. Finalmente em offset, pudemos finalmente usar fotos, ilustrações e criar uma identidade para as colunas do jornal. A estética do Contra, basicamente criada pelo Luís e que se tornou a estética característica da cena BQ80, começava a tomar corpo.
O Contra nº 4 teve um brinde: o cartaz que valeu como participação local no Shadow Project daquele ano. Em 1985 Brusque havia participado do Projeto Sombra de forma mais visível, pintando as silhuetas dos mortos pelas bombas de Hiroshima e Nagasaki no centro de Brusque.
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