Contracorrente nº 4

A quarta edição do Contracorrente saiu em agosto de 1986, o mês mais esperado do ano – na programação de aniversário de Brusque estava o aguardadíssimo show do Cólera – e também do Beijo AA Força, Grifo e Bandeira Federal. As oito páginas do jornal foram monopolizadas pela expectativa do show, com entrevistas e textos sobre todas as bandas que participariam do show. A cobertura do evento, em si, ficou para a edição seguinte.

A partir deste número (e até o nº 18), o Contra foi impresso na gráfica do jornal A Notícia, em Joinville. Finalmente em offset, pudemos finalmente usar fotos, ilustrações e criar uma identidade para as colunas do jornal. A estética do Contra, basicamente criada pelo Luís e que se tornou a estética característica da cena BQ80, começava a tomar corpo.

O Contra nº 4 teve um brinde: o cartaz que valeu como participação local no Shadow Project daquele ano. Em 1985 Brusque havia participado do Projeto Sombra de forma mais visível, pintando as silhuetas dos mortos pelas bombas de Hiroshima e Nagasaki no centro de Brusque.

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Contracorrente nº 3

O Contracorrente nº 3 saiu em julho de 1986. Desta vez, com 8 páginas e vários colaboradores. A seção de cartas, Ckorreio, ganhava espaço, monopolizando a página 2, o que virou característica do jornal. Nesta edição, entre várias cartas, a de Carlito Maia, (1924-2002), figura única da cultura e publicidade do Brasil. Uma honra. Aproveitamos, é claro, para publicar um dos textos que ele nos mandou, nesta edição. Não tinha como resistir. Outra carta, de Rossano Borcezzi, ganhou espaço próprio, pelo conteúdo.

Colaboraram na edição: Tony Zimmermann (Tony Monteiro, principal colaborador, sempre), Helio Bernardi, o poeta e crítico Aricy CurvelloPatricia (assim mesmo, sem sobrenome… quem seria?), Eduardo Monteiro, do Espírito Santo, que virou colaborador constante. A coluna Conexão interurbana  reuniu olhares de Jall Chaves (Aracaju), Beto Lowko (São José do Rio Preto) e Paulo Marques (Porto Alegre) sobre seus territórios.

Foi a última edição do Contra na gráfica tipográfica da Tribuna de Brusque.

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Contracorrente nº 2

Em junho de 1986 é lançada a segunda edição do Contra. Na capa, destaque para o Cólera que, dois meses depois, faria seu primeiro show em Brusque. O marco inicial da história dos shows que marcaram a nossa cena BQ80.

Na lateral da última página, em serigrafia, uma espécie de editorial: a saga continua. Já chegamos nos 1.000 exemplares. Contracorrente continua sendo feito por Claudia Bia e Luís, tendo como colaborador o incansável Aloísio Buss (não é aquele do Cogumelo Atômico?). Já caçamos a laço um colaborador paulista: Tony, el Zimmermann. Nosso endereço: Caixa Postal 8 – 88350 – Brusque – SC. 

Tony Zimmermann é o Tony Monteiro, jornalista reconhecidíssimo do rock nacional e amigo desde bem antes do Contra. Foi  estreia também da coluna Ckorreio, que mostrava o quanto o contato via carta era importante no espírito do jornal.

O CEP ganhou, há muito tempo, mais 3 dígitos, mas caixa postal 8 continua ativa.

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Contracorrente nº 1

O primeiro número do Contra foi lançado em maio de 1986. Teve uma tiragem de 500 exemplares, formato tabloide, com 4 páginas. Foi impresso em gráfica tipográfica (Tribuna de Brusque), com detalhes em serigrafia.

Neste primeiro número, só escreveram os editores, Claudia Bia e Luís. Isso mudaria rapidamente a partir da segunda edição.

O número 1 esgotou em poucos meses, distribuído em Brusque e enviado pelos Correios.

 

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