O Contracorrente nº 3 saiu em julho de 1986. Desta vez, com 8 páginas e vários colaboradores. A seção de cartas, Ckorreio, ganhava espaço, monopolizando a página 2, o que virou característica do jornal. Nesta edição, entre várias cartas, a de Carlito Maia, (1924-2002), figura única da cultura e publicidade do Brasil. Uma honra. Aproveitamos, é claro, para publicar um dos textos que ele nos mandou, nesta edição. Não tinha como resistir. Outra carta, de Rossano Borcezzi, ganhou espaço próprio, pelo conteúdo.
Colaboraram na edição: Tony Zimmermann (Tony Monteiro, principal colaborador, sempre), Helio Bernardi, o poeta e crítico Aricy Curvello, Patricia (assim mesmo, sem sobrenome… quem seria?), Eduardo Monteiro, do Espírito Santo, que virou colaborador constante. A coluna Conexão interurbana reuniu olhares de Jall Chaves (Aracaju), Beto Lowko (São José do Rio Preto) e Paulo Marques (Porto Alegre) sobre seus territórios.
Foi a última edição do Contra na gráfica tipográfica da Tribuna de Brusque.
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