Independência ou Morte – entrevista

Em algum momento antes da Páscoa de 1988, Claudia Bia (ou seja, eu) foi entrevistada pelos apresentadores do programa Independência ou Morte, da 89 FM, em São Paulo. “Hard” e “Core”, ou seja Tatola (do Não Religião) e Redson (do Cólera). O assunto foi o Contracorrente e a cena independente de Brusque, bem em seu ano mais importante.

A conversa dá um bom resumo da época – em meio aos shows paulistas em BQ e a necessidade de sobrevivência do Contra. A fita com o programa foi mandada para a gente pelo colaborador atencioso Antonio Vasconcelos.

Infelizmente a visita à 89 não foi fotografada, então a foto que ilustra a conversa é de outro dia e local – no QG do selo Ataque Frontal, onde, do outro lado do microfone, fizemos muitas entrevistas com bandas de SP.

Sexo Explícito – demo de 1988

Opa, não é nada disso que você está pensando. Sexo Explícito era a banda mineira que reunia Rubinho Troll, John Ulhoa (que ficou mais conhecido depois, com o Pato Fu), Marompas e, segundo o Dicionário Cravo Albin da Música Brasileira (sim, fui colar!) também Marcelo Dolabela, Roberto Nosso e Roger Bacoom.

A demo foi enviada para o Contracorrente em 88 e nós ouvimos muito, rodamos no programa de rádio. No Thank’s e Faca viraram pequenos hits underground locais.

Nesta fase de resgate do material da nossa cena dos anos 80, publiquei no Facebook essa foto aí abaixo, com várias demos que foram escolhidas para mostrar na exposição. Rubinho Troll viu e comentou, entre outras coisas:

aquela foto das fitas

Hahaha é de dar risada… Ah essas fita… Vi essa ai do Sexo Explícito com o neném enfiando a mão na fralda e tomei um choque! Não me lembrava…sumido completamente da memória, assim como a maioria dos fatos do passado 🙃… Essas fitas na época eram o repositório de esperanças, sonhos, investimentos financeiros pessoais e as vezes amororos. Engraçado eu não me lembrar mais delas, na época eram a coisa mais importante do mundo,no mundo,pro mundo… Quando fomos de BH pra São Paulo, na nossa hora de “Ou Vai ou racha”…” Vamo mudá pra sumpaulo” fizemos centenas de cópias dessas modafacars e gastamos uma pequena fortuna (que não tínhamos) com selo e saliva, na nossa missão de “fazer amigos em SP.

Aí ele deu a ideia de digitalizar as fitas, ou seja, é o padrinho da ideia. O que só foi adiante com o empréstimo by Demian Moritz de um cassette deck seríssimo e da dedicação do Juliano Laurêncio a resolver o enigma “como é que esse negócio aqui conversa com o computador, que eu já tentei todos os buracos e nada”. Até que, agora, foi.

Aguarde, vai ter mais fitinha vindo por aí. E, sim, ainda faltam zines. Está tudo na lista.

Ouça a demo direto aqui:

Se quiser baixar, clique na imagem. Qualquer coisa, avise!

sexo explicito - demo 1988 - capa

sexo explicito - demo 1988 - interno

E no dia seguinte…

Nada como começar a “coçar” a nostalgia. É contagioso! John Ulhoa, que já tinha encontrado, há pouco tempo, os originais da capinha da fita, escaneou e fez versão sem o “beijo do tempo”. Junto, escaneou o material de divulgação que era mandado por correio, na época. Uma preciosidade. Está tudo aí abaixo.

A gente só pode agradecer!

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capa original demo sexo explicito

capa interna original demo sexo explicito

material sexo explicito 2

Pelas Internas nº 2

O segundo número do fanzine Pelas Internas, feito pelo coletivo de bandas brusquenses ativas no final dos anos 80, saiu no começo de 1989 – tempo em que a cena local foi sustentada justamente pelos esforços do pessoal das bandas.

Esta edição mostra que o contato via Correio com outros zines e músicos estava crescendo: o foco deixa de ser exclusivamente Brusque. As páginas são divididas também com bandas e zines de outras cidades. Existe até espaço para o texto e quadrinhos desenhados por um colaborador paulista, Antonio Revolta (Antonio Matos Silva).

Um destaque curioso: o zine lista todos os shows que aconteceram em Brusque em 1988. “19 shows como esses podem até parecer insignificantes para alguma espécie de grande centro, mas tratando-se de Brusque, essa pacata cidade que viveu no marasmo cultural em anos anteriores, é algo realmente grande, mérito exclusivo do meio alternativo da cidade. Gostoso ver o empenho de gente esforçada como o Contracorrente e o Amarelo Vinte, os verdadeiros realizadores dos shows, revertido em adesão por parte de muitas outras pessoas inteligentes. Assim, bandas locais puderam tocar, estabelecendo já alguma frequência a cancha, mostrada em cidades vizinhas também” (Cristiano ZenShit).

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Pelas Internas nº 1

As bandas de Brusque, na época, iam além da ideia do “faça você mesmo”. Eram, na medida do possível, adeptas do conceito de coletivo. Produziam e divulgavam juntas shows locais, o que tornou possível uma quantidade bem surpreendente de eventos na cidade. Para amarrar essa divulgação e ampliar território, criaram um fanzine, o Pelas Internas. A primeira edição saiu por volta de setembro/outubro de 1988. Falava basicamente das bandas ativas na época e explicava a cena.

Dois textos da edição do zine:

Rodrigo Kormann (DaBesta): “Na cidade existem várias bandas: na ativa estão Shit, Insultos, Bandeira Federal e DaBesta e outras em formação. Todas trabalham juntas e tocam juntas, sendo bandas de estilos diferentes. Misturando rockabilly com hardcore, rock’n’roll com punk rock e muitas outras tendências. A presença constante de bandas de fora, como o Cólera, Devotos de Nossa Senhora Aparecida e Kães Vadius,nos dá uma super força e nos faz perceber a admiração que eles tem pelo que nós fazemos aqui (longe demais das capitais). Se bem que um tal de Redson do Cólera se admirou tanto que batizou a cidade de “capital do rock” – e é mesmo, porque nem a capital do estado, a ilha de Florianópolis, tem uma movimentação parecida. O interesse agora é difundir nossas bandas para fora de BQ, para que transformemos todo estado num polo cultural”.

Cristiano Zen (Shit): “O objetivo do Pelas Internas creio que deve ser o mesmo de outros zines que já circulam. Já no nº 1, atingir o máximo de polos culturais desse país, estabelecendo comunicação com undergrounds que já tenham longe de si a hipocrisia tradicionalista ou venham fazendo uma reviravolta em termos culturais em sua região. Queremos, aqui no sul, receber o máximo de notícias, venham de onde vieram, pois daqui estamos de certa forma vulneráveis a conhecer apenas aquilo que se é manchete, ou seja, uma visão externa e direcionada. Esperamos que os fanzines de apoiem, criando em nosso país um novo canal de comunicação, bem interna e distante dos telejornais.

Não precisa, mas se você quiser… clique nas imagens para ler!

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Contracorrente nº 20

E chegamos à última edição do Contracorrente, que saiu em em algum momento do segundo semestre de 1989, . Com 16 páginas, o miolo da edição é um especial de 4 páginas sobre arte postal, em papel jornal. Uma versão estendida da coluna Mail Artifício, toda produzida pelo Luís.

Na capa, o show com a banda psychobilly paulista Soviet American Republic, que aconteceu em junho, com as bandas brusquenses Shit, DaBesta e Ode to BQ. E nos aproveitamos de uma carta enviada pelo Milton Trajano para “colar” um desenho do Camarillo Brillo dele no cantinho da capa. O SAR também ganhou espaço nas páginas internas, com uma longa entrevista feita com o vocalista Niki Nixon.

Layse P. Soares fala sobre a banda feminina Yeastie Girlz, “uma espécie de vaginacore rap“. Fabiano Melato destrincha The Stars We Are, disco de Marc Almond, o primeiro solo do vocalista do Soft Cell a sair no Brasil. Mais quadrinhos: tem tira assinada por Alex “Gopo” Cabral.

A edição tem crítica de discos da cena independente do Brasil (do próprio SAR, do favorito Defalla, Maria Angélica Não Mora Mais Aqui e Harry. No espaço Mínimas & Indispensáveis, o registro de um momento histórico da nossa cena:

“Blumenau mostra suas garras: dentro de um evento over-divulgado como o ‘Blumenália In Concert’, que aconteceu dia 9 de junho, com Capital Inicial, Nenhum de Nós e as bandas de SC Vlad V, Grifo, Free Way (todas essas alimentando anos e anos de atraso…) e Bandeira Federal. A censura, o provincianismo e a inveja moveram a produção do show – e o Bandeira foi literalmente expulso do palco. Ridículo. Era visível a gana do (des)animador Boni (também vocalista do Grifo) ao arrancar o microfone das mãos do Deschamps. De novo: ridículo.
No expediente,é citado Rafael Risch como “nosso chefe de expedição”. Pura injustiça, ele só ser reconhecido na edição final…

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Contracorrente nº 19

1988 foi o ano em que a cena oitentista de rock de Brusque esteve no auge. Shows de bandas de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, nascimento e amadurecimento das bandas locais, que também produziram muitos shows. Mas… justamente em 1988, o Contracorrente só saiu duas vezes. Depois de maio daquele ano, o jornal só voltou a circular em 1989, em versão assumidamente fanzine. Com uma máquina de xerox alugada, achamos que teria como superar as dificuldades em levantar dinheiro suficiente para a impressão e distribuição do Contra. Funcionou só por duas edições…

O número 19 saiu com muita coisa para contar mas, como muito tempo havia passado, a atividade gigante do ano anterior ficou concentrada só em mais um “quase” editorial.

89 (que só começou agora) vem diferente. O fechamento do Amarelo Vinte fez acabar um ciclo, e enquanto não começa outro, quem segura a peteca são as bandas de BQ. Bandeira Federal (terceiro colocado no festival do Boca Livre, no final do ano passado…), DaBesta, Shit, Ode to BQ e outras em formação estão produzindo seus próprios shows, trabalhando, continuando o intercâmbio. BQ Callin’ continua ocupando um espaço local importante, o Contracorrente no rádio continua firme e forte (e aberto a bandas novas, todo material é mais que bem vindo), junto com outros 2 programas, o PIB e o Raízes do Rock. E o Contra volta a sair. Talvez este não seja um ano tão ruim“.

A capa ficou com um texto apaixonado pelo show que Nick Cave fez no Projeto SP, em São Paulo, em 15 de abril de 1989. Layse P. Soares fala sobre bandas crossover. Ivaldo Brasil Junior joga luz sobre o acid house. Barba Ruiva levanta a bandeira negra das rádios piratas. Fabiano Melato faz a crítica do disco dos Rainbirds. Tony Zimmermann (Tony Monteiro) volta com o espaço O Peso do Brasil. Julio Bueno Neto conta tudo sobre o Greenpeace. Luís reforça seu amor pela obra do Lou Reed, falando sobre o disco New York. E Henry Jaepelt ilustra. As colunas permanecem: de Canudinho, armaZine e Jogo Rápido (todas escritas por Claudia Bia, fominha de colunas) aparecem nesta edição de 12 páginas amarelas (sim, desta vez não é pátina gerada pelo tempo) em formato A4.

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Contracorrente nº 18

O Contra 18, mais uma edição que saiu datada apenas como 1988 (e foi o último daquele ano tão cheio de acontecimentos em Brusque…), deu capa, evidentemente, para a cobertura do show dos Devotos de Nossa Senhora Aparecida no Amarelo Vinte. Um trecho de uma “anotação técnica” que o Luís faz no texto:
“Essa foi nossa primeira experiência conjunta com Rogério Moritz, do Amarelo Vinte. Uma experiência ótima, porque o Rogério é a síntese da teoria e da prática. É falar e fazer acreditando!”

Destaque também para a crítica do show do Bandeira Federal e Tubo de Ensaio, que aconteceu no dia 13 de maio de 88, no pavilhão da Fideb. Não custa também pinçar um trecho bem sintomático, sobre o Bandeira:

É interessante observar que a postura de palco e letras do grupo continuam chocando as pessoinhas da cidade, apesar da estratégia inteligente de manter os temas ‘controversos’, só desviando um puco da chuva de palavrões que o grupo despejava antes e que dava munição fácil para os moralistas de plantão. O ‘choque’ agora deve vir de um sensibilíssimo alarme inconsciente, que sente que o grupo continua devassando a vidinha mentirosa de BQ e províncias similares”.

Nesse 18º Contracorrente, o foco também ficou com as bandas independentes da cena nacional. Colaboraram: Fabiano Melato, Henry JaepeltTalbot Angel (SP), José Ednilson (BA) e Antonio Vasconcelos (SP). Tivemos as colunas Jogo Rápido, armaZine e Mail Artifício.

Esta foi a última edição do Contra no formato tabloide e impresso em gráfica. O jornal voltou a circular em 1989. Foram duas edições xerocadas, mais uma tentativa (mais criativa do que eficiente) de superar a falta de dinheiro crônica.

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Contracorrente nº 17

O Contra 17 marca o começo oficial da parceria que definiu o perfil musical da cena BQ80: Contracorrente e Amarelo Vinte. O bar capitaneado por Rogério Moritz foi o ambiente perfeito, propício para o encontro das bandas “de fora” que tocaram lá em 1988 e os músicos (e nem tão músicos assim) locais.

A edição foi lançada no dia 29 de abril de 88, na Noite Contracorrente, ou seja, no primeiro show da parceria: os Devotos de Nossa Senhora Aparecida lotaram o bar. Era tanto público que fechou a rua. Uma noite para não esquecer.

Na capa da edição, Layse P. Soares faz a cobertura do show que reuniu The EX e Chumbawamba, na Alemanha – a ilustração que complementa a capa é de Henry Jaepelt.

Destaque para a entrevista com a banda brusquense Insultos. Fabiano Melato fala sobre os Titãs. Adalto Alves fala sobre Arnaldo & Patrulha do Espaço. Tony Zimmerman (Tony Monteiro) fala sobre a Chave do Sol no espaço O Peso do Brasil. Eduardo Monteiro deixa o Kraftwerk de lado para falar sobre cordel e repente. Julio Bueno Neto fala sobre o Greenpeace. Isso tudo e mais as colunas armaZine, Mail Artifício e Jogo Rápido.

A lista de pontos de distribuição do Contra continua crescendo, um bom símbolo do conflito entre a popularidade do jornal, que poderia ter triplicado sua tiragem… e a dificuldade de manter as contas fechadas.

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Contracorrente nº 16

A décima sexta edição do Contracorrente saiu no começo de 1988. Voltamos às 8 páginas. A capa destacou a Glass Spider Tour, de David Bowie. Marcão Silva foi a testemunha ocular da História, em um show na Espanha. Também na capa, a volta da guitarrista catarinense Eliana Taulois – com ilustração de Henry Jaepelt.

A edição conta com um “quase editorial” que é uma “quase DR” com o próprio público, causada pelas falhas na periodicidade. Eita.

Nos textos, além das colunas habituais, espaço para os gaúchos do Pupilas Dilatadas Experience (Claudia Bia) e para mais bandas gaúchas, Replicantes e Engenheiros do Hawaii (Fabiano Melato). Luís dá uma geral em vários discos da cena independente mais agressiva e no skate brusquense. As páginas centrais focam, mais uma vez, no Cólera, desta vez em uma entrevista sobre a turnê europeia da banda. Tony Zimmermann (Tony Monteiro) lista as mudanças de formação de muitas bandas na coluna O Peso do Brasil. José Ednilson, do Espunk Fanzine, mostra a cena de Salvador.

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Contracorrente nº 15

A 15ª edição do Contracorrente foi a primeira que saiu sem o mês de lançamento na capa. Saiu apenas como 1987 e com o aviso, no expediente, de que agora estava “no formato sai quando sair”. Infelizmente isso aconteceu bem quando o jornal estava no seu auge editorial e reunindo colaboradores variados e com seu melhor nível de conteúdo. Coisas que aconteciam – e ainda acontecem – na cultura não oficial.

O expediente também anunciava outra novidade, esta positiva: o Contra ganhou seu primeiro QG, uma sala comercial que ganhou uma pintura vermelha nos tacos que cobriam seus metros quadrados. Ficava no segundo andar do prédio que tem o número 180, na Rua Rodrigues Alves. Estávamos felizes com isso: “é o progresso! Apareçam!”

Outro ponto positivo: a edição saiu com 12 páginas.

A capa foi dedicada à poesia do excepcional Barrozo Filho. Mas o principal destaque desse número foi a entrevista (histórica, para nós) com os Devotos de Nossa Senhora Aparecida. Helton Ribeiro entrevistou o baixista do Detrito Federal. Tony Zimmermann (Tony Monteiro) usou seu espaço O Peso do Brasil para fazer outra entrevista, com Chris Skepis. Fernando Tupan estreia no Contra falando sobre, é claro, uma banda de Curitiba, a Ídolos de Matinée. Luís fala de Luli e Lucina. Luli, ou Luhli, morreu neste ano de 2018. Também falou sobre o Harry.

Colaboraram também nesta edição: Pena e Zeca (Florianópolis), Henry Jaepelt (Timbó), Marco Antônio “Pedrão” Ribeiro (SP), Alexandre A. Pereira (SP), Adalto Alves (GO) e o nosso Fabiano Melato. Vários dos colaboradores do Contra sumiram pelo caminho. Caso alguém saiba como entrar em contato com eles, por favor, avise!

O jornal veio até com um cupom de assinatura, em mais uma tentativa de fechar as contas de impressão e envio e manter o jornal vivo. Ninguém pode dizer que a gente não tentou… Os anúncios paulistas – das lojas Bossa Nova e Rick and Roll davam esperança…

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